Fui convidada para um jantar na casa dos nossos vizinhos. Casal super simpático, foodies. Queria levar um agrado. Flores? Simpático, mas nada original. Me lembrei que havia lido sobre uma lojinha especializada em pudins. Fui pesquisar online e achei as informações do Forma de Pudim.
Dei uma passadinha lá (Vila Nova Conceição) e fui recebida com muito carinho pelas donas e funcionárias. Os sabores variam do clássico fava de baunilha, ao brigadeiro e pistache. Existem vários tamanhos. Você pode encomendar ou comprar o que já está pronto. Vem embalado de uma forma lindinha (foi ideal para o que eu estava querendo) e ainda levar o livro para completar o presente. O sabor era maravilhoso, a textura nem se fala! E ele vem com a forma!
A gordinha em mim agradece!
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Wednesday, October 30, 2013
Descobertas
Quem sabe contar aqui das coisinhas de São Paulo que me agradam não me ajuda a gostar mais dessa cidade caótica? Daqui pra frente, tudo que eu experimentar que eu gostar, eu vou dividir com vocês.
Semana passada uma amiga me convidou para um encontrinho na Delicari, uma lojinha na Vila Nova Conceição que faz os melhores iogurtes brasileiros que já provei. Os iogurtes são todos feitos lá mesmo e da forma mais saudável possível. Eles fazem também alguns queijos e sorvetes de iogurte. Vendem uns bolos gostosos, os deliciosos pães de queijo da Lá da Venda (congelados), granolas, essências de baunilha... A lojinha é um charme só, e tudo que eu provei lá foi uma delícia. Experimentei o de morango (doce na medida certa e com um gostinho caseiro maravilhoso!) e o grego. Além disso, eles se preocupam muito com o design: as embalagens são uma fofura e transmitem a essência do produto. Virei freguesa!
Semana passada uma amiga me convidou para um encontrinho na Delicari, uma lojinha na Vila Nova Conceição que faz os melhores iogurtes brasileiros que já provei. Os iogurtes são todos feitos lá mesmo e da forma mais saudável possível. Eles fazem também alguns queijos e sorvetes de iogurte. Vendem uns bolos gostosos, os deliciosos pães de queijo da Lá da Venda (congelados), granolas, essências de baunilha... A lojinha é um charme só, e tudo que eu provei lá foi uma delícia. Experimentei o de morango (doce na medida certa e com um gostinho caseiro maravilhoso!) e o grego. Além disso, eles se preocupam muito com o design: as embalagens são uma fofura e transmitem a essência do produto. Virei freguesa!
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Wednesday, October 23, 2013
Roupinhas brasileiras
Apesar de achar tudo aqui caríssimo e não comprar quase nada no Brasil, não posso negar que em quesito charme as roupas são o nota mil!
Descobri por acaso uma marca infantil (de Recife!) que roubou de vez meu coração: a Mercatore. Eu era fã da lojinha escondida dos Jardins, que acabou fechando. Hoje em dia eles têm somente a loja do Shopping JK, que não é tão charmosa, mas é onde são vendidas as roupinhas infantis mais lindas do Brasil!
Consegui comprar algumas peças em promoção lindíssimas para a Alice e suspiro todas as vezes que ela usa alguma delas.
Não é de derreter qualquer mãe?
Descobri por acaso uma marca infantil (de Recife!) que roubou de vez meu coração: a Mercatore. Eu era fã da lojinha escondida dos Jardins, que acabou fechando. Hoje em dia eles têm somente a loja do Shopping JK, que não é tão charmosa, mas é onde são vendidas as roupinhas infantis mais lindas do Brasil!
Consegui comprar algumas peças em promoção lindíssimas para a Alice e suspiro todas as vezes que ela usa alguma delas.
Não é de derreter qualquer mãe?
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Friday, April 27, 2012
O exército de branco
Nem sei se alguém ainda lê esse blog, mas ele muitas vezes funciona como uma válvula de escape. Pode me odiar quem não gostar desse post. Tenho certeza que muitas pessoas vão.
Mudei pro Brasil sem querer mudar pro Brasil. Vim porque tive que vir. Estava feliz em NY, muito feliz, obrigada. Estava satisfeita com a rotina que tinha com os meus filhos, com os parques que frequentávamos, os museus, os restaurantes. Estava feliz com os não inúmeros, mas verdadeiros amigos que tínhamos. Tinha finalmente achado uma escolinha que achava boa para o meu filho. E, mesmo assim, depois de quase 10 anos nos EUA, tive que arrumar as tralhas e voltar para "casa".
Cheguei em São Paulo animada. Ah, não vai ser tão ruim assim, pensei. Quem sabe com filhos/família o lugar em que se está nem importe tanto... Pura ilusão! O primeiro mês foi uma confusão total procurando apartamento, vivendo num hotel, coordenando a chegada da mudança. E depois, a ficha caiu. E aí veio a rotina. O dia-dia daqui de SP é lotado de babás, o que não é novidade para mim. Em NY elas também estão por todas as partes: parques, playgrounds, aulinhas, entrada e saída de escola. Elas não usam uniforme e revezam o cuidado das crianças com os pais. Na maior parte das vezes, elas entram em cena quando os pais trabalham o dia todo. Aqui não. Aqui TODO MUNDO tem babá, quem trabalha ou não. E eu sou vista como uma ET. A ET que pode ter uma babá, mas não tem. A ET que vai ao supermercado com dois pirralhos a tiracolo. A ET que acorda as 5 da manhã quando algum ser pequenino resolve madrugar.
Já sabia que seria inserida nesse contexto. Só que achei que seria muito mais simples. Achei que eu não iria me incomodar. Mas a questão é que elas se incomodam. Elas não podem repreender da forma que fariam se eu - a intrusa - não estivesse ali, elas não podem falar no telefone, elas não podem bater papo livremente entre si. Não me interpretem mal, vejo ótimas babás por aqui. Mas também encontro péssimas. E aos montes.
O que vejo acontecendo por aqui são mini seres humanos com serviçais a tiracolo. "Fulana, sobe e pega meu patinete. Eu falei que quero andar de patinete!!!" E fulana sobe e pega o patinete. "Fulana, agora quero cair na piscina." E lá vai ela atrás da roupa de banho. Outro dia convidamos um amiguinho para brincar aqui com a gente e a babá me informou que ele não estava "a fim" de vir. Vejo a educação passar longe e fico preocupada com as pessoas que teremos que lidar nos próximos anos. Que adultos essas crianças vão virar, gente?
A verdade é que estou odiando tudo. Isso aí, tu-do! Acho as pessoas metidas, acho o trânsito um caos, tudo é caro pra caramba, tudo é complicado... As pessoas se metem em tudo, o serviço é ruim. Amarga? Sim, bastante. Semana passada tirei um dia inteirinho para chorar.
Nunca havia morado em SP antes e estou um pouco chocada com a exibição das pessoas com um bom nível de vida nessa cidade. Todo mundo gosta de deixar bem claro o que tem, onde mora, para onde viaja nas férias, que grife veste. Isso me choca muito, depois de anos de convívio com pessoas que não faziam a menor questão de se provar socialmente.
Virei cidadã de lugar nenhum. E agora, o que vou fazer?
Vai me desculpar, mas as vezes tenho a impressão que meu avião me deixou no planeta errado.
Mudei pro Brasil sem querer mudar pro Brasil. Vim porque tive que vir. Estava feliz em NY, muito feliz, obrigada. Estava satisfeita com a rotina que tinha com os meus filhos, com os parques que frequentávamos, os museus, os restaurantes. Estava feliz com os não inúmeros, mas verdadeiros amigos que tínhamos. Tinha finalmente achado uma escolinha que achava boa para o meu filho. E, mesmo assim, depois de quase 10 anos nos EUA, tive que arrumar as tralhas e voltar para "casa".
Cheguei em São Paulo animada. Ah, não vai ser tão ruim assim, pensei. Quem sabe com filhos/família o lugar em que se está nem importe tanto... Pura ilusão! O primeiro mês foi uma confusão total procurando apartamento, vivendo num hotel, coordenando a chegada da mudança. E depois, a ficha caiu. E aí veio a rotina. O dia-dia daqui de SP é lotado de babás, o que não é novidade para mim. Em NY elas também estão por todas as partes: parques, playgrounds, aulinhas, entrada e saída de escola. Elas não usam uniforme e revezam o cuidado das crianças com os pais. Na maior parte das vezes, elas entram em cena quando os pais trabalham o dia todo. Aqui não. Aqui TODO MUNDO tem babá, quem trabalha ou não. E eu sou vista como uma ET. A ET que pode ter uma babá, mas não tem. A ET que vai ao supermercado com dois pirralhos a tiracolo. A ET que acorda as 5 da manhã quando algum ser pequenino resolve madrugar.
Já sabia que seria inserida nesse contexto. Só que achei que seria muito mais simples. Achei que eu não iria me incomodar. Mas a questão é que elas se incomodam. Elas não podem repreender da forma que fariam se eu - a intrusa - não estivesse ali, elas não podem falar no telefone, elas não podem bater papo livremente entre si. Não me interpretem mal, vejo ótimas babás por aqui. Mas também encontro péssimas. E aos montes.
O que vejo acontecendo por aqui são mini seres humanos com serviçais a tiracolo. "Fulana, sobe e pega meu patinete. Eu falei que quero andar de patinete!!!" E fulana sobe e pega o patinete. "Fulana, agora quero cair na piscina." E lá vai ela atrás da roupa de banho. Outro dia convidamos um amiguinho para brincar aqui com a gente e a babá me informou que ele não estava "a fim" de vir. Vejo a educação passar longe e fico preocupada com as pessoas que teremos que lidar nos próximos anos. Que adultos essas crianças vão virar, gente?
A verdade é que estou odiando tudo. Isso aí, tu-do! Acho as pessoas metidas, acho o trânsito um caos, tudo é caro pra caramba, tudo é complicado... As pessoas se metem em tudo, o serviço é ruim. Amarga? Sim, bastante. Semana passada tirei um dia inteirinho para chorar.
Nunca havia morado em SP antes e estou um pouco chocada com a exibição das pessoas com um bom nível de vida nessa cidade. Todo mundo gosta de deixar bem claro o que tem, onde mora, para onde viaja nas férias, que grife veste. Isso me choca muito, depois de anos de convívio com pessoas que não faziam a menor questão de se provar socialmente.
Virei cidadã de lugar nenhum. E agora, o que vou fazer?
Vai me desculpar, mas as vezes tenho a impressão que meu avião me deixou no planeta errado.
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Monday, January 16, 2012
Blue Lily no Brasil!
Em outubro tiramos fotos de família novamente no Central Park (aqui estão as de 2009). Dessa vez tiramos as fotos com os talentosos Wendy e Tyler da Blue Lily Photography. Modernas, artísticas, fotos que vão ficar nos meus porta-retratos para sempre. Vocês sabem o como sou exigente com a parte visual da vida.
A Wendy me contactou para dizer que eles estarão no Brasil no mês de fevereiro fazendo sessões de crianças e famílias por aqui e queria ver se eu conhecia alguém que estaria interessado em tirar fotos com eles. Eles atualmente rodam o mundo com seus dois filhinhos tirando fotos. O site deles tem bastante imagens e dá para ter uma boa noção do trabalho deles. Aqui está o link para as datas da viagem deles: Brazil. Se a sua cidade não está no calendário, eles estão dispostos a adicionar destinos ao calendário deles.As fotos deles já foram divulgadas em vários sites/blogs americanos: Design Mom, Nie Nie Dialogues. Qualquer dúvida, podem entrar em contato diretamente com a Wendy no email wendy@bluelilyphotography.com
Se eu fosse você eu não perderia tempo, o preço é super bom e as fotos são incríveis.
E aqui vão as fotos desse ano, by Blue Lily (olhem como o Tom cresceu!):
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Wednesday, March 23, 2011
Not for me

Desde que cheguei aqui no Brasil, há menos de um mês, já ouvi falar desse blog inúmeras vezes.
Essa corajosa criatura, chamada Joanna Hanson de Moura, decidiu ficar 1 ano (isso mesmo, UM ANO) sem comprar nadinha para o seu armário. E criou um blog onde posta todo dia as roupas que usou (tudo muito lindo, por sinal).
Um ano sem Zara é um blog fofo, com outfits charmosos, onde a modelo é uma graça e tem um senso de humor genial.
Eu, ainda mais morando em NYC, não conseguiria nem um mês.
Passa lá, vale a pena. Eu virei fã.
Monday, February 28, 2011
Bra-sil-sil-sil
E a nossa família aterrisou na terrinha! Enquanto todo mundo reclama do calor, nós não poderíamos estar mais satisfeitos com o suor no rosto e as Havaianas nos pés. O Thomas imediatamente se curou de todas as doenças que o perturbavam nos últimos meses e colocou no rosto um sorriso que não sai nem por um segundo. Come bem, dorme bem, brinca e sorri. O Ben continua a mesma paz de sempre. Tão pequenininho, nem percebe nenhuma mudança (talvez esteja estranhando um pouco o calor, mas nada demais). Eu, como em todas as vezes que venho pra cá quando é inverno nos EUA, me pergunto o que faço morando longe daqui.
Hoje de manhã teve frutinha cortada no café da manhã, suquinho natural fresquinho, pal de sal quentinho, queijo de minas novinho, carinho de pai e mãe. Depois rumamos para a praia, com direito a mergulho, picolé de coco e novos amigos. Na volta uma passadinha na piscina e almoço quantinho nos esperando na mesa. Ah, e uma vovó muito querida cuidando do Little One para a mamãe ficar com a cabeça descansada para poder curtir tudo isso!
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Tuesday, August 17, 2010
Eu, a tv, a barriga - e a virada
Sabe culpa, daquela pesada, que dá dor na consciência? Nos últimos 5 meses senti isso todo dia. Estava me sentindo um lixo e não tinha a menor condição de cuidar de mim e do Thomas ao mesmo tempo. Não tinha energia, não tinha cabeça, não tinha criatividade. Me faltava tudo. E o meu coração se enchia de culpa cada vez que eu ligava aquela maldita tv que eu sempre condenei tanto. Ela virou a minha melhor amiga nesses últimos 5 meses. Ela me salvou nos momentos mais difíceis. Logo ela, que era vista por mim como um pequeno monstro.
Fomos exilados para o Brasil, exilo esse extendido e que veio a resolver a minha vida. Era enjôo, cansaço, dor de cabeça, estômago embrulado, fome, tudo junto. Praticamente uma ressaca diária, só que sem nenhuma gota de álcool envolvida.
E 5 meses, minha gente, 5 meses parece uma eternidade para quem não está se sentindo bem. Imagine então ter que cuidar de um menininho de 1 ano e meio cheia de amor pra dar.
Só sei que eu voltei e voltei 110% melhor. Com energia pra dar e vender, disposição, fome e feliz da vida. Então, já que o pobre coitado do meu filho teve a pior mãe do mundo nos últimos 5 meses, agora resolvi dar em dobro, em triplo, em n fatorial, o que não dei nesse ano.
Só hoje, uma singela terça-feira, nossa programação incluiu: zoo do Central Park, soneca, almoço, piscina, parque, jantar e banho animado de banheira.
Tom Tom, me aguarde, mamãe está de volta!
Fomos exilados para o Brasil, exilo esse extendido e que veio a resolver a minha vida. Era enjôo, cansaço, dor de cabeça, estômago embrulado, fome, tudo junto. Praticamente uma ressaca diária, só que sem nenhuma gota de álcool envolvida.
E 5 meses, minha gente, 5 meses parece uma eternidade para quem não está se sentindo bem. Imagine então ter que cuidar de um menininho de 1 ano e meio cheia de amor pra dar.
Só sei que eu voltei e voltei 110% melhor. Com energia pra dar e vender, disposição, fome e feliz da vida. Então, já que o pobre coitado do meu filho teve a pior mãe do mundo nos últimos 5 meses, agora resolvi dar em dobro, em triplo, em n fatorial, o que não dei nesse ano.
Só hoje, uma singela terça-feira, nossa programação incluiu: zoo do Central Park, soneca, almoço, piscina, parque, jantar e banho animado de banheira.
Tom Tom, me aguarde, mamãe está de volta!
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Thursday, August 12, 2010
Party of 4
Voltamos! Eu, marido, Tom Tom e o barrigão. Sim, agora não tem como negar. Estou grávida! E vou virar mais do que minoria nesta casa: outro menino. Imaginem só: 3 X 1! Ainda bem que sou bem menininha e garanto a feminilidade do lar!
A viagem de volta foi cansativa pra dedéu. Barriga + bebê + classe econômica = desastre total. Mas chegamos sãos e salvos e isso é o que importa. Depois de mais de um mês zanzando pelo Brasil afora chegamos em casa. Acho que no ano que vem termino de arrumar as malas.
Só queria dar um oi e dizer que agora sim esse blog vai pra frente.
A viagem de volta foi cansativa pra dedéu. Barriga + bebê + classe econômica = desastre total. Mas chegamos sãos e salvos e isso é o que importa. Depois de mais de um mês zanzando pelo Brasil afora chegamos em casa. Acho que no ano que vem termino de arrumar as malas.
Só queria dar um oi e dizer que agora sim esse blog vai pra frente.
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Tuesday, July 13, 2010
Explicado
Agora eu entendi. O problema sou eu. Eu que não sou nem brasileira, nem americana. Eu que virei uma mutação humana e não me identifico 100% com lugar algum. Eu que choco as pessoas no Brasil ao contar que estou grávida pela primeira vez no terceiro mês de gestação.
Essa nossa estadia no Brasil tem me mostrado o quanto mudei. Parece que caí de para-quedas no universo brasileiro infantil. Virei mãe nos EUA e não sabia nada desse mundinho pais/filhos brasileiro. Fico chocada com a antipatia das mães (poucas) nos parquinhos quando tento puxar assunto. Fico chocada com a quantidade de babás (muitas muito boas, por sinal), todas de branco e bem treinadas. Fico chocada com as cadeirinhas infantis nos restaurantes (todas sem cinto de segurança). Fico chocada com o preço dos brinquedos, das roupinhas, das comidas.
Fico feliz da vida quando levo o Thomas para tomar sucos naturais na rua (ele está apaixonado por qualquer suco - e eu também!). Fico feliz da vida quando vejo a simpatia das pessoas brincando com ele em qualquer lugar que a gente vá. Fico feliz da vida quando vejo os meus pais felizes por estarem com ele. Fico feliz da vida quando vejo ele entrosado com os filhos dos meus amigos. Fico feliz da vida quando ele abre um sorrisão na praia ou na piscina.
Ai, Deus, será que não dá para a gente criar um país híbrido, não?
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Monday, July 05, 2010
First stop: SP
Não sou paulista e nunca morei em São Paulo. Essa cidade, para mim, sempre foi sinônimo de passeio, curso ou compras. As duas últimas semanas que passei aqui foram diferentes. Não vim a trabalho, nem a passeio. Estou aqui tendo o que seria, mais ou menos, uma rotina diária. Cheguei com um medo danado da volência, parecia uma gringa mesmo. Depois fui me acostumando com o ritmo das coisas e hoje saio de casa sem medo.
O enjoo da gravidez fingiu que ia sumir, mas voltou de vez. E com vontade. E vem alternado com ondas de fome fortíssimas. Meu Deus, quanta contradição. Então, quando dá, vamos explorar o que essa cidade tem de gostoso. A carne do Varanda junto com aquela farofinaha de ovo sensacional me deixa de água na boca só de pensar, o bacalhau e o arroz de mariscos do A Bela Sintra são fenomenais, o churrasco da tradicional Barbacoa, hum!!! E os docinhos do Amor em Pedaços? As frutinhas doces e picadas no café da manhã, os sucos de frutos feitinhos na hora, os pães de queijo quentinhos... Ah, tudo isso me faz sentir uma falta danada desse Brasil.
Em compensação, quando vou ao Shopping Iguatemi e encontro todas aquelas madames da minah idade, escovadas, maqueadas e com babás de branco a tiracolo, junto com seus bebês em Bugaboos e Quinnys, não tenho vontade de vir pra cá, não. Aí me lembro do anonimato de NY, da simplicidade de muitos ricos, que não deixam transparecer seus saldos bancários e nos surpreendem com sua personalidade.
Ainda faltam: Vitória - ES, Rio e Brasília nessa nossa viagem ao Brasil. Conto tudo depois.
O enjoo da gravidez fingiu que ia sumir, mas voltou de vez. E com vontade. E vem alternado com ondas de fome fortíssimas. Meu Deus, quanta contradição. Então, quando dá, vamos explorar o que essa cidade tem de gostoso. A carne do Varanda junto com aquela farofinaha de ovo sensacional me deixa de água na boca só de pensar, o bacalhau e o arroz de mariscos do A Bela Sintra são fenomenais, o churrasco da tradicional Barbacoa, hum!!! E os docinhos do Amor em Pedaços? As frutinhas doces e picadas no café da manhã, os sucos de frutos feitinhos na hora, os pães de queijo quentinhos... Ah, tudo isso me faz sentir uma falta danada desse Brasil.
Em compensação, quando vou ao Shopping Iguatemi e encontro todas aquelas madames da minah idade, escovadas, maqueadas e com babás de branco a tiracolo, junto com seus bebês em Bugaboos e Quinnys, não tenho vontade de vir pra cá, não. Aí me lembro do anonimato de NY, da simplicidade de muitos ricos, que não deixam transparecer seus saldos bancários e nos surpreendem com sua personalidade.
Ainda faltam: Vitória - ES, Rio e Brasília nessa nossa viagem ao Brasil. Conto tudo depois.
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