E agora? Nossa família se mudou de mala e cuia para o Brasil. Ainda não temos casa, nem cama, nem uma mesa pra chamar de nossa. Estamos acampando na casa dos meus pais por enquanto e depois nos mudamos para um flat para aguardar a chegada da nossa mudança que deve acontecer em Abril.
Minha grande pergunta é: o blog muda de nome? Acho que sim, né? Afinal não pretendo ser saudosista e ficar falando só de NYC. Não que a cidade não ocupe um lugar especial no meu coração, mas a mudança já está sendo difícil pra mim e preciso focar em coisas novas e positivas.
Feliz 2012 pra gente!
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Monday, January 16, 2012
Tuesday, November 22, 2011
Nós vamos!
O blog anda super parado, né? Blá, blá, blá... Ninguém aguenta esse papo de novo! A verdade é que depois de quase 10 anos de EUA estamos nos mudando de mala e cuia para SP em Janeiro. A minha vida tem andado uma loucura e, por mais que eu goste muito disso daqui, tenho tido MUITA coisa para fazer, sem falar nessas crianças que não param de ter infecção de ouvido, conjutivite, febre, dor de barriga...
Mas eu prometo que entre uma caixa que eu empacoto e uma compra que eu faço (todo mundo está me recomendando comprar como se todo dia fosse Black Friday, pois no Brasil os preços estão altíssimos) vou tentar dar um update aqui, tá?
PS: E aí, o blog tem que mudar de nome, né?
Mas eu prometo que entre uma caixa que eu empacoto e uma compra que eu faço (todo mundo está me recomendando comprar como se todo dia fosse Black Friday, pois no Brasil os preços estão altíssimos) vou tentar dar um update aqui, tá?
PS: E aí, o blog tem que mudar de nome, né?
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Criando crianças em duas línguas...
Thomas: "Tá doendo!"
Eu: "O que tá doendo, filho?"
Ele: "Tá doendooooooo!" {Super irritado comigo}.
Eu: "Meu filho, mas o que está doendo?"
Ele: " He is looking at the window!!!!"
Ah, tá, o tempo todo era inglês e eu tentando decifrar em português.
Eu: "O que tá doendo, filho?"
Ele: "Tá doendooooooo!" {Super irritado comigo}.
Eu: "Meu filho, mas o que está doendo?"
Ele: " He is looking at the window!!!!"
Ah, tá, o tempo todo era inglês e eu tentando decifrar em português.
Tuesday, July 19, 2011
Começou bem... terminou mal!
Nosso último fim de semana foi concorrido. No domingo fomos pra praia, como já contei aqui. No sábado levamos os meninos para ver um show de música infantil - banda preferida do Thomas - pela primeira vez na vida. O Tom completou 2 anos e meio na semana passada e achei que ele já conseguiria sentar e prestar atenção num show. Achei que ele iria aproveitar e se empolgar. Comprei os ingressos com bastante antecedência e rumamos para as redondezas de Times Square no sábado pela manhã. O horário parecia ideal (depois da soneca matinal do Ben e antes da do Thomas). O Tom era uma empolgação só. Fiz um bom trabalho de o preparar para o "concert": cantamos as músicas durante a semana, conversamos a respeito... criei bastante expectativa para o evento.
A banda se chama The Laurie Berkner Band e é uma gracinha. Conhecemos a banda através do canal de TV Nick Jr (antigo Noggin). Até eu sou fã da Laurie.
A alegria dos meninos foi tanta que fiquei com lágrimas nos olhos de vê-los tão contentes. E essa alegria trasnformou-se em sono em exatos 45 minutos de show. Assim, o baby Ben dormiu no colo do pai e o Tom se encaixou no meu colo e fechou os olhinhos. Decidimos então que deveríamos ir para casa. E foi nessa saída do teatro que o Thomas acordou e começou a chorar dizendo que queria voltar para o show. Ah, Deus, que drama. Voltamos para o show. E aí a pirraça começou com intensidade maior. "Não quero sentar nessa cadeira, quero aquela...". Vi que o sono tava gigante e que realmente deveríamos ir para casa. Nesse meio tempo meu marido recebe uma ligação e diz que tem que correr para o escritório. Entro eu num taxi com o Ben (que já havia sido acordado, coitado, a essa hora) no Baby Bjorn e o Tom no colo dando um mega escândalo. Acho que tive que falar o nosso endereço umas 3 vezes para que o taxista pudesse entender. E o escândalo chega ao nível 3. E vem com vômitos. Delícia. Eu, um bebê agarrado em mim, um menino desesperado e um taxi todo vomitado. Chegamos no prédio. O taxista me xinga de todos os nomes. Eu tento conversar e ele me xinga mais. Eu xingo ele de volta e saio do carro. Entro no elevador e choro. Chegamos em casa. O Thomas vomita mais ainda. Coloco o Ben no chão, vou me limpar e limpar o Thomas. Chego na sala e o Ben derrama um saco de biscoito no tapete novo. Coloco o Thomas para dormir e estou prestes a ter um ataque do coração de tanto stress.
Vou ter que fazer algumas sessões de análise antes de apertar o enter o comprar o ingresso para o próximo show.
Mas olha como a Laurie é fofa!
A banda se chama The Laurie Berkner Band e é uma gracinha. Conhecemos a banda através do canal de TV Nick Jr (antigo Noggin). Até eu sou fã da Laurie.
A alegria dos meninos foi tanta que fiquei com lágrimas nos olhos de vê-los tão contentes. E essa alegria trasnformou-se em sono em exatos 45 minutos de show. Assim, o baby Ben dormiu no colo do pai e o Tom se encaixou no meu colo e fechou os olhinhos. Decidimos então que deveríamos ir para casa. E foi nessa saída do teatro que o Thomas acordou e começou a chorar dizendo que queria voltar para o show. Ah, Deus, que drama. Voltamos para o show. E aí a pirraça começou com intensidade maior. "Não quero sentar nessa cadeira, quero aquela...". Vi que o sono tava gigante e que realmente deveríamos ir para casa. Nesse meio tempo meu marido recebe uma ligação e diz que tem que correr para o escritório. Entro eu num taxi com o Ben (que já havia sido acordado, coitado, a essa hora) no Baby Bjorn e o Tom no colo dando um mega escândalo. Acho que tive que falar o nosso endereço umas 3 vezes para que o taxista pudesse entender. E o escândalo chega ao nível 3. E vem com vômitos. Delícia. Eu, um bebê agarrado em mim, um menino desesperado e um taxi todo vomitado. Chegamos no prédio. O taxista me xinga de todos os nomes. Eu tento conversar e ele me xinga mais. Eu xingo ele de volta e saio do carro. Entro no elevador e choro. Chegamos em casa. O Thomas vomita mais ainda. Coloco o Ben no chão, vou me limpar e limpar o Thomas. Chego na sala e o Ben derrama um saco de biscoito no tapete novo. Coloco o Thomas para dormir e estou prestes a ter um ataque do coração de tanto stress.
Vou ter que fazer algumas sessões de análise antes de apertar o enter o comprar o ingresso para o próximo show.
Mas olha como a Laurie é fofa!
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Tuesday, May 31, 2011
Esse blog não morreu
Há duas semanas aterrisamos de volta em NYC. Eu, cheia de medo, pois era a primeira vez que ficaria sozinha com os meninos desde que o Ben nasceu. Acho que dizer que eu estava cheia de medo é até pouco para o que estava sentindo. Estava em pânico total. Mas não admitia isso nem para mim mesma.
A viagem de volta foi complicadinha, com choros e noite mal dormida. Mas nada além do esperado.
Chegar em casa, no entanto, sempre é bom. E depois de quase 3 meses fora, já estava mais do que na hora de voltar. Passamos bastante tempo no conforto (e carinho) da casa da minha mãe, mas chega uma hora que a rotina tem que ser estabelecida novamente.
O Thomas ainda não entende o conceito "distância". Fala de Brasil e de New York City, mas não sabe o quão longe um está do outro. Tanto que outro dia perguntou se a vovó ia almoçar fora com a gente. Quem dera, meu filho, quem dera.
Eu sinto a falta da minha mãe cada dia mais. No total passamos 5 meses juntas, coisa que não acontecia há anos. E esse tempo só me fez admirá-la e amá-la ainda mais. É impressionante como filho faz a gente se apegar mais ainda a família.
O bom da vida corrida de mãe de dois é que não tenho tempo nem de sentir saudade. Acordo cedo e quando vejo já estou colocando os meninos na cama e me preparando para dormir.
O comecinho de vida aqui foi duro, mas agora finalmente estamos estrando numa rotina. O Thomas começou hoje numa escolinha nova e assim vamos levando.
A falta de notícias não foi por falta de eventos e sim por falta de tempo. Prometo em breve ser uma blogueira mais assídua.
A viagem de volta foi complicadinha, com choros e noite mal dormida. Mas nada além do esperado.
Chegar em casa, no entanto, sempre é bom. E depois de quase 3 meses fora, já estava mais do que na hora de voltar. Passamos bastante tempo no conforto (e carinho) da casa da minha mãe, mas chega uma hora que a rotina tem que ser estabelecida novamente.
O Thomas ainda não entende o conceito "distância". Fala de Brasil e de New York City, mas não sabe o quão longe um está do outro. Tanto que outro dia perguntou se a vovó ia almoçar fora com a gente. Quem dera, meu filho, quem dera.
Eu sinto a falta da minha mãe cada dia mais. No total passamos 5 meses juntas, coisa que não acontecia há anos. E esse tempo só me fez admirá-la e amá-la ainda mais. É impressionante como filho faz a gente se apegar mais ainda a família.
O bom da vida corrida de mãe de dois é que não tenho tempo nem de sentir saudade. Acordo cedo e quando vejo já estou colocando os meninos na cama e me preparando para dormir.
O comecinho de vida aqui foi duro, mas agora finalmente estamos estrando numa rotina. O Thomas começou hoje numa escolinha nova e assim vamos levando.
A falta de notícias não foi por falta de eventos e sim por falta de tempo. Prometo em breve ser uma blogueira mais assídua.
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Monday, February 28, 2011
Bra-sil-sil-sil
E a nossa família aterrisou na terrinha! Enquanto todo mundo reclama do calor, nós não poderíamos estar mais satisfeitos com o suor no rosto e as Havaianas nos pés. O Thomas imediatamente se curou de todas as doenças que o perturbavam nos últimos meses e colocou no rosto um sorriso que não sai nem por um segundo. Come bem, dorme bem, brinca e sorri. O Ben continua a mesma paz de sempre. Tão pequenininho, nem percebe nenhuma mudança (talvez esteja estranhando um pouco o calor, mas nada demais). Eu, como em todas as vezes que venho pra cá quando é inverno nos EUA, me pergunto o que faço morando longe daqui.
Hoje de manhã teve frutinha cortada no café da manhã, suquinho natural fresquinho, pal de sal quentinho, queijo de minas novinho, carinho de pai e mãe. Depois rumamos para a praia, com direito a mergulho, picolé de coco e novos amigos. Na volta uma passadinha na piscina e almoço quantinho nos esperando na mesa. Ah, e uma vovó muito querida cuidando do Little One para a mamãe ficar com a cabeça descansada para poder curtir tudo isso!
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Monday, November 01, 2010
Ui
Sempre escrevo aqui sobre os prazeres da maternidade.
Ser mãe para mim é quase sempre um grande prazer.
Sou coruja, completamente apaixonada pelo meu filho.
Mas temos passado por momentos difíceis. Minha mãe
diz que são ciúmes, que ele já sabe que o irmão vai
chegar e por isso tem demonstrado o seu descontentamento.
Eu tenho lá as minhas duvidas. Acho que o Pequeno é
pequeno demais para entender o que esta acontecendo.
Mas o fato é que as pirraças têm sido constantes e
eu fico boquiaberta com a confusão que tomou conta
do nosso dia a dia.
No último feriado que tivemos por aqui, com o marido
viajando, resolvi alugar um carro e ir passear no
subúrbio com o Thomas. Tudo correu super bem até
chegarmos numa loja. Ele não queria sentar no carrinho
de compras. Ficava em pé e se arremessava para fora,
sem medo nenhum de se machucar. Eu o tirava do carrinho,
mas pedia que ficasse perto de mim, para não se perder.
Ilusão. Saía ele correndo que nem um maluco pelos corredores
daquela loja gigante. Lá íamos eu e a barriga atras dele.
Quando conseguíamos alcançá-lo, eu o pegava no colo e ele
esperneava de ódio. Isso sem falar na platéia, né?
Porque pirraça em casa é bobagem. A questão e aturar os
olhares alheios de desaprovação e pena, como se a pirraça
do meu filho de quase dois anos fosse doença transmissível.
Consegui driblar o seu descontentamento o levando para
a parte de brinquedos da loja. Mas aí logo apareceram
outras crianças e o show continuou. Haja paciência.
Distraí o Pequeno e rumamos para o caixa. A fila era
imensa e eu não parava de pensar na minha tamanha
estupidez em achar que esse passeio a dois (e meio,
não vamos nos esquecer da mega barriga) daria certo.
Na fila ele pede biscoito. Pego o saco e dou uns para ele.
Não. Ele quer segurar o saco sozinho. Ok. Segura o
saco. Ele então decide que legal mesmo seria derrubar
todos os biscoitos no chão e assim faz. Thomaaaaaaaas!
Não preciso nem contar o restante. O dia inteiro foi
extremamente consistente.
Esse post é ótimo para quem não gosta de usar camisinha,
esquece de tomar pílula e acha que gravidez acidental
só acontece com os outros.
Filho é ótimo, mas dá um trabalho...
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Tuesday, August 17, 2010
Eu, a tv, a barriga - e a virada
Sabe culpa, daquela pesada, que dá dor na consciência? Nos últimos 5 meses senti isso todo dia. Estava me sentindo um lixo e não tinha a menor condição de cuidar de mim e do Thomas ao mesmo tempo. Não tinha energia, não tinha cabeça, não tinha criatividade. Me faltava tudo. E o meu coração se enchia de culpa cada vez que eu ligava aquela maldita tv que eu sempre condenei tanto. Ela virou a minha melhor amiga nesses últimos 5 meses. Ela me salvou nos momentos mais difíceis. Logo ela, que era vista por mim como um pequeno monstro.
Fomos exilados para o Brasil, exilo esse extendido e que veio a resolver a minha vida. Era enjôo, cansaço, dor de cabeça, estômago embrulado, fome, tudo junto. Praticamente uma ressaca diária, só que sem nenhuma gota de álcool envolvida.
E 5 meses, minha gente, 5 meses parece uma eternidade para quem não está se sentindo bem. Imagine então ter que cuidar de um menininho de 1 ano e meio cheia de amor pra dar.
Só sei que eu voltei e voltei 110% melhor. Com energia pra dar e vender, disposição, fome e feliz da vida. Então, já que o pobre coitado do meu filho teve a pior mãe do mundo nos últimos 5 meses, agora resolvi dar em dobro, em triplo, em n fatorial, o que não dei nesse ano.
Só hoje, uma singela terça-feira, nossa programação incluiu: zoo do Central Park, soneca, almoço, piscina, parque, jantar e banho animado de banheira.
Tom Tom, me aguarde, mamãe está de volta!
Fomos exilados para o Brasil, exilo esse extendido e que veio a resolver a minha vida. Era enjôo, cansaço, dor de cabeça, estômago embrulado, fome, tudo junto. Praticamente uma ressaca diária, só que sem nenhuma gota de álcool envolvida.
E 5 meses, minha gente, 5 meses parece uma eternidade para quem não está se sentindo bem. Imagine então ter que cuidar de um menininho de 1 ano e meio cheia de amor pra dar.
Só sei que eu voltei e voltei 110% melhor. Com energia pra dar e vender, disposição, fome e feliz da vida. Então, já que o pobre coitado do meu filho teve a pior mãe do mundo nos últimos 5 meses, agora resolvi dar em dobro, em triplo, em n fatorial, o que não dei nesse ano.
Só hoje, uma singela terça-feira, nossa programação incluiu: zoo do Central Park, soneca, almoço, piscina, parque, jantar e banho animado de banheira.
Tom Tom, me aguarde, mamãe está de volta!
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Thursday, August 12, 2010
Party of 4
Voltamos! Eu, marido, Tom Tom e o barrigão. Sim, agora não tem como negar. Estou grávida! E vou virar mais do que minoria nesta casa: outro menino. Imaginem só: 3 X 1! Ainda bem que sou bem menininha e garanto a feminilidade do lar!
A viagem de volta foi cansativa pra dedéu. Barriga + bebê + classe econômica = desastre total. Mas chegamos sãos e salvos e isso é o que importa. Depois de mais de um mês zanzando pelo Brasil afora chegamos em casa. Acho que no ano que vem termino de arrumar as malas.
Só queria dar um oi e dizer que agora sim esse blog vai pra frente.
A viagem de volta foi cansativa pra dedéu. Barriga + bebê + classe econômica = desastre total. Mas chegamos sãos e salvos e isso é o que importa. Depois de mais de um mês zanzando pelo Brasil afora chegamos em casa. Acho que no ano que vem termino de arrumar as malas.
Só queria dar um oi e dizer que agora sim esse blog vai pra frente.
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Tuesday, July 13, 2010
Explicado
Agora eu entendi. O problema sou eu. Eu que não sou nem brasileira, nem americana. Eu que virei uma mutação humana e não me identifico 100% com lugar algum. Eu que choco as pessoas no Brasil ao contar que estou grávida pela primeira vez no terceiro mês de gestação.
Essa nossa estadia no Brasil tem me mostrado o quanto mudei. Parece que caí de para-quedas no universo brasileiro infantil. Virei mãe nos EUA e não sabia nada desse mundinho pais/filhos brasileiro. Fico chocada com a antipatia das mães (poucas) nos parquinhos quando tento puxar assunto. Fico chocada com a quantidade de babás (muitas muito boas, por sinal), todas de branco e bem treinadas. Fico chocada com as cadeirinhas infantis nos restaurantes (todas sem cinto de segurança). Fico chocada com o preço dos brinquedos, das roupinhas, das comidas.
Fico feliz da vida quando levo o Thomas para tomar sucos naturais na rua (ele está apaixonado por qualquer suco - e eu também!). Fico feliz da vida quando vejo a simpatia das pessoas brincando com ele em qualquer lugar que a gente vá. Fico feliz da vida quando vejo os meus pais felizes por estarem com ele. Fico feliz da vida quando vejo ele entrosado com os filhos dos meus amigos. Fico feliz da vida quando ele abre um sorrisão na praia ou na piscina.
Ai, Deus, será que não dá para a gente criar um país híbrido, não?
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Tuesday, June 08, 2010
Manual do visitante
Em quase 7 anos de vida fora do Brasil, já recebemos visitas de todos os tipos. Desde pessoas íntimas (sempre bem-vindas) a visitinhas bem inconvenientes, que pedem pra ficar na sua casa (para economizar hotel) e acabam comprando bolsas da Louis Vuitton... Percebi, então, que se eu não fosse a pessoa que fosse dizer não, quem diria? E também, com isso, aprendi a ser uma hóspede mais atenciosa e educada quando vou ficar na casa de alguém. No meu "manual de etiqueta dos hóspedes", sempre que vou visitar alguém:
- levo um presente para a dona da casa (um chocolate gostoso, um kit de cremes cheirosos... não precisa ser muito caro, as vezes uma embalagem bonita com um cartão carinhoso já faz toda a diferença)
- levo um presente para o dono da casa (um vinho, um livro...)
- levo um presente para as crianças (caso esse seja o caso)
- lavo a louça
- ajudo a cozinhar
- ajudo a colocar a mesa
- pago pelo menos um jantar/almoço para os donos da casa
- jogo todo o meu lixo fora antes de ir embora
- se formos ao supermercado juntos, tento pagar a conta
- como o que os donos da casa comerem, mesmo que não seja do meu gosto
- envio um cartão/flores/email de agradecimento quando chego em casa e coloco a minha casa a disposição
É claro que, de acordo com a minha experência, tento ficar muito pouco na casa dos outros, prefiro hotel. Mas sempre tem aquela ocasião em que as pessoas são tão queridas, que ficar junto é mais gostoso. Em todo caso, o bom senso é a melhor pedida.
- levo um presente para a dona da casa (um chocolate gostoso, um kit de cremes cheirosos... não precisa ser muito caro, as vezes uma embalagem bonita com um cartão carinhoso já faz toda a diferença)
- levo um presente para o dono da casa (um vinho, um livro...)
- levo um presente para as crianças (caso esse seja o caso)
- lavo a louça
- ajudo a cozinhar
- ajudo a colocar a mesa
- pago pelo menos um jantar/almoço para os donos da casa
- jogo todo o meu lixo fora antes de ir embora
- se formos ao supermercado juntos, tento pagar a conta
- como o que os donos da casa comerem, mesmo que não seja do meu gosto
- envio um cartão/flores/email de agradecimento quando chego em casa e coloco a minha casa a disposição
É claro que, de acordo com a minha experência, tento ficar muito pouco na casa dos outros, prefiro hotel. Mas sempre tem aquela ocasião em que as pessoas são tão queridas, que ficar junto é mais gostoso. Em todo caso, o bom senso é a melhor pedida.
Monday, May 10, 2010
Intensivão
Tivemos uma fase intensa de visitas. Todas pessoas muito queridas. Recebi amiga do peito, mãe, irmão e cunhada. Cada um num momento diferente e com objetivo diferente. Curtimos a companhia de todos e conseguimos matar um pouco da saudade. No entanto tá sendo ótimo voltar pra rotina. Hoje a vida "mamãe e Thomas" recomeçou. Passeio no parque logo cedinho, lavar roupas, arrumar a casa, passear com amigos, almoçar comidinha caseira, trabalhar um pouco... Tem dia que eu canso disso tudo, mas hoje eu posso dizer que tava com saudade.
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Wednesday, April 21, 2010
Eu vejo flores em você









Como sonhei com a chegada desta primavera. Acho que o fato de ter filho e não poder sair tanto no frio começou a me angustiar muito. Então tenho curtido demais estes dias não tão frios e estas flores maravilhosas que tenho visto por aí. Essa é a minha 6a primavera por aqui, mas a que mais está me encantando. Olhem só as fotos que tenho tirado com o meu iPhone nos últimos dias.
Tuesday, March 09, 2010
Encontro de mamães blogueiras - UPDATE do UPDATE
Para quem quiser nos encontrar amanhã, o encontro mudou de lugar.
Será no Landmark, no Time Warner building, 1 pm.
Espero conhecer todas vocês, mamães e não-mamães.
Fê, sentiremos a sua falta.
See you guys tomorrow!
.....................................................................
Gente, quem não foi, perdeu. O encontro foi uam delícia. As meninas são todas uma gracinha. Conheci muita gente nova, troquei figurinhas, dei gargalhadas. Bom mesmo. Não tô dizendo que este blog traz um onte de coisa boa pra minha vida?
Será no Landmark, no Time Warner building, 1 pm.
Espero conhecer todas vocês, mamães e não-mamães.
Fê, sentiremos a sua falta.
See you guys tomorrow!
.....................................................................
Gente, quem não foi, perdeu. O encontro foi uam delícia. As meninas são todas uma gracinha. Conheci muita gente nova, troquei figurinhas, dei gargalhadas. Bom mesmo. Não tô dizendo que este blog traz um onte de coisa boa pra minha vida?
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Thursday, March 04, 2010
Melhor brigadeiro do mundo!

Antes do Thomas nascer, quando eu ainda trabalhava mais do que full-time, quando ia para o Brasil a trabalho, ficava no hotel Emiliano. E que hotel! Apesar de não ter tempo de curtir nada (nossos dias de trabalho duravam mais ou menos 13 horas), ainda conseguia perceber alguns minos que o hotel nos oferecia. Toda tarde, por exemplo, eles colocavam uma sobremesa bem gostosa e fresquinha para nos receber quando chegássemos no quarto. Um certo dia, ao chegar de uma jornada super cansativa, me deparei com os melhores brigadeiros que já comi. Minha amiga Dani, maravilhada com as guloseimas, não hesitou e foi atrás do chef para pedir a receita daqueles docinhos tão perfeitos (brasileira que mora no exterior é assim, né, doida por brigadeiro). O chef disse que a receita era muito simples, o segredo era o chocolate em pó: Valrhona. Nada além do que nós, mortais, costumamos fazer. Manteiga, leite condensado e o tal do Valrhona.
No sábado passado o filhinho da Dani fez aniversário. E não é que ela fez os tais dos brigadeiros do Emiliano? Ah, filhinho sortudo esse da Dani. Só tem 3 anos e já tem brigadeiro gourmet na sua festinha!
Encontro de mamães blogueiras
Estou super animada que as mamães blogueiras de NYC estão programando um encontro pra se conhecerem. Se você lê esse blog, mora na tri-state area e quer também fazer parte desse encontro, dê um alô.
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Tuesday, March 02, 2010
The blues
Passei por uns dias meio aborrecida nessa última semana. Sabe quando nada está bom, mas não existe um motivo para estar ruim? Pois é, o coração estava apertado, o olho cheio de lágrima e o nó não queria sair da minha garganta. Graças a Deus passou. Acho que foi uma combinação de frio + saudade do colo da mãe + cansaço. Que dias melhores venham por aí!
Wednesday, February 17, 2010
Barra pesada
As coisas andam complicadas por aqui. Frio do caramba (estamos praticamente reféns dentro da própria casa, tamanha a quantidade de neve lá fora), baby doente (virose + molares nascendo)... E para completar, o Grenfel anda numa fase de trabalho do cão.
No dia 10 foi aniversário dele. Tinha reservado baby-sitter, marcado restaurante gostoso que há tempos tínhamos vontade de conhecer, comprado presentes... E o que acontece? Primeiro a baby-sitter me deu um bolo, depois a neve caiu de forma tamanha que não conseguiríamos sair de casa anyways, depois o pobre coitado do mardido trabalhou até 2 da matina no dia do próprio aniversário.
A última foi que estávamos de férias marcadas para ir para a Florida. Estávamos contando os dias para o calor, a piscina, o Mickey... Só que tivemos que cancelar porque meu marido vai ter que... trabalhar! Delícia, hein?
Que o inverno vá embora logo e que a gente consiga pelo menos ir brincar no parquinho. Isso é pedir demais?
No dia 10 foi aniversário dele. Tinha reservado baby-sitter, marcado restaurante gostoso que há tempos tínhamos vontade de conhecer, comprado presentes... E o que acontece? Primeiro a baby-sitter me deu um bolo, depois a neve caiu de forma tamanha que não conseguiríamos sair de casa anyways, depois o pobre coitado do mardido trabalhou até 2 da matina no dia do próprio aniversário.
A última foi que estávamos de férias marcadas para ir para a Florida. Estávamos contando os dias para o calor, a piscina, o Mickey... Só que tivemos que cancelar porque meu marido vai ter que... trabalhar! Delícia, hein?
Que o inverno vá embora logo e que a gente consiga pelo menos ir brincar no parquinho. Isso é pedir demais?
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Monday, February 08, 2010
Saturday night



Adoooooro uma mesa bem posta. Não sou muito dessa de etiqueta, não. Não sei onde garfo, taça e etc vão (vide fotos). Faço tudo por intuição mesmo. O que eu acho agradável aos olhos, pra mim está certo.
E qualquer desculpa vale pra arrumar a mesa (e a casa) mais bonitinha. No sábado recebemos um casal de amigos para jantar aqui. Fiz um bacalhau gostoso, comprei umas flores bonitas e arrumei a mesa. É impressionante, não precisa de muito para fazer uma noite especial. Bebemos um vinhozinho, batemos papo e eu, nessa loucura de vida de mãe, senti um pouco do gostinho de como a vida era antes. Boa, não vou negar. Mas não trocaria a vida de agora por nada. Agora que o Thomas está crescendo e dormindo um pouquinho melhor, estamos começando a poder fazer mais as coisas de adulto. A vida aqui, sem babá, é mais difícil. Mas devagarinho estamos entrando nos eixos.
O post era sobre a mesa, as flores e como uma casa arrumada me faz feliz.
Jogos americanos da Conran Shop. Flores da barraquinha da esquina. :)
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Tuesday, January 26, 2010
Thomas 1.0 - versão BR

















Festinha de 1 ano pra mim tem que ser simples, íntima. Nada de um milhão de pessoas, bolos de mil andares, confusão. No nosso caso, já que moramos longe, qualquer desculpa vale para encontrar gente querida. Fizemos uma mini-festinha para o Thomas e a minha sobrinha Sofia (eles têm apenas 9 dias de diferença) no Brasil em Janeiro. Foi bem pequena mesmo, só um reuniãozinha familiar.
Eu preparei quase tudo com antecedência. O tema foi fundo do mar. Nada mais apropriado para uma festa na praia (e para pessoas que estão fugindo do frio do hemisfério norte). Recortei papel, criei lembrancinha, coloquei a criatividade para funcionar. Tudo foi feito pela mamãe aqui. Desde os convites, até as cupcakes (que não deram certo), fiz questão de vestir a "camisa de mãe" e dar conta da festa por completo. Gostei do resultado. Ficou simples, mas a nossa cara.
Foi muito gostoso passar a tarde com pessoas queridas, comemorando 1 ano dessas fofuras nas nossas vidas!
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