Não deixem de ler este artigo sobre as curiosidades de se morar em NYC. Não concordo com todos, mas dei algumas risadas. Have fun!
Via Cup of Jo
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Wednesday, November 06, 2013
Monday, January 16, 2012
Blue Lily no Brasil!
Em outubro tiramos fotos de família novamente no Central Park (aqui estão as de 2009). Dessa vez tiramos as fotos com os talentosos Wendy e Tyler da Blue Lily Photography. Modernas, artísticas, fotos que vão ficar nos meus porta-retratos para sempre. Vocês sabem o como sou exigente com a parte visual da vida.
A Wendy me contactou para dizer que eles estarão no Brasil no mês de fevereiro fazendo sessões de crianças e famílias por aqui e queria ver se eu conhecia alguém que estaria interessado em tirar fotos com eles. Eles atualmente rodam o mundo com seus dois filhinhos tirando fotos. O site deles tem bastante imagens e dá para ter uma boa noção do trabalho deles. Aqui está o link para as datas da viagem deles: Brazil. Se a sua cidade não está no calendário, eles estão dispostos a adicionar destinos ao calendário deles.As fotos deles já foram divulgadas em vários sites/blogs americanos: Design Mom, Nie Nie Dialogues. Qualquer dúvida, podem entrar em contato diretamente com a Wendy no email wendy@bluelilyphotography.com
Se eu fosse você eu não perderia tempo, o preço é super bom e as fotos são incríveis.
E aqui vão as fotos desse ano, by Blue Lily (olhem como o Tom cresceu!):
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Tuesday, November 22, 2011
Nós vamos!
O blog anda super parado, né? Blá, blá, blá... Ninguém aguenta esse papo de novo! A verdade é que depois de quase 10 anos de EUA estamos nos mudando de mala e cuia para SP em Janeiro. A minha vida tem andado uma loucura e, por mais que eu goste muito disso daqui, tenho tido MUITA coisa para fazer, sem falar nessas crianças que não param de ter infecção de ouvido, conjutivite, febre, dor de barriga...
Mas eu prometo que entre uma caixa que eu empacoto e uma compra que eu faço (todo mundo está me recomendando comprar como se todo dia fosse Black Friday, pois no Brasil os preços estão altíssimos) vou tentar dar um update aqui, tá?
PS: E aí, o blog tem que mudar de nome, né?
Mas eu prometo que entre uma caixa que eu empacoto e uma compra que eu faço (todo mundo está me recomendando comprar como se todo dia fosse Black Friday, pois no Brasil os preços estão altíssimos) vou tentar dar um update aqui, tá?
PS: E aí, o blog tem que mudar de nome, né?
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Tuesday, July 19, 2011
Começou bem... terminou mal!
Nosso último fim de semana foi concorrido. No domingo fomos pra praia, como já contei aqui. No sábado levamos os meninos para ver um show de música infantil - banda preferida do Thomas - pela primeira vez na vida. O Tom completou 2 anos e meio na semana passada e achei que ele já conseguiria sentar e prestar atenção num show. Achei que ele iria aproveitar e se empolgar. Comprei os ingressos com bastante antecedência e rumamos para as redondezas de Times Square no sábado pela manhã. O horário parecia ideal (depois da soneca matinal do Ben e antes da do Thomas). O Tom era uma empolgação só. Fiz um bom trabalho de o preparar para o "concert": cantamos as músicas durante a semana, conversamos a respeito... criei bastante expectativa para o evento.
A banda se chama The Laurie Berkner Band e é uma gracinha. Conhecemos a banda através do canal de TV Nick Jr (antigo Noggin). Até eu sou fã da Laurie.
A alegria dos meninos foi tanta que fiquei com lágrimas nos olhos de vê-los tão contentes. E essa alegria trasnformou-se em sono em exatos 45 minutos de show. Assim, o baby Ben dormiu no colo do pai e o Tom se encaixou no meu colo e fechou os olhinhos. Decidimos então que deveríamos ir para casa. E foi nessa saída do teatro que o Thomas acordou e começou a chorar dizendo que queria voltar para o show. Ah, Deus, que drama. Voltamos para o show. E aí a pirraça começou com intensidade maior. "Não quero sentar nessa cadeira, quero aquela...". Vi que o sono tava gigante e que realmente deveríamos ir para casa. Nesse meio tempo meu marido recebe uma ligação e diz que tem que correr para o escritório. Entro eu num taxi com o Ben (que já havia sido acordado, coitado, a essa hora) no Baby Bjorn e o Tom no colo dando um mega escândalo. Acho que tive que falar o nosso endereço umas 3 vezes para que o taxista pudesse entender. E o escândalo chega ao nível 3. E vem com vômitos. Delícia. Eu, um bebê agarrado em mim, um menino desesperado e um taxi todo vomitado. Chegamos no prédio. O taxista me xinga de todos os nomes. Eu tento conversar e ele me xinga mais. Eu xingo ele de volta e saio do carro. Entro no elevador e choro. Chegamos em casa. O Thomas vomita mais ainda. Coloco o Ben no chão, vou me limpar e limpar o Thomas. Chego na sala e o Ben derrama um saco de biscoito no tapete novo. Coloco o Thomas para dormir e estou prestes a ter um ataque do coração de tanto stress.
Vou ter que fazer algumas sessões de análise antes de apertar o enter o comprar o ingresso para o próximo show.
Mas olha como a Laurie é fofa!
A banda se chama The Laurie Berkner Band e é uma gracinha. Conhecemos a banda através do canal de TV Nick Jr (antigo Noggin). Até eu sou fã da Laurie.
A alegria dos meninos foi tanta que fiquei com lágrimas nos olhos de vê-los tão contentes. E essa alegria trasnformou-se em sono em exatos 45 minutos de show. Assim, o baby Ben dormiu no colo do pai e o Tom se encaixou no meu colo e fechou os olhinhos. Decidimos então que deveríamos ir para casa. E foi nessa saída do teatro que o Thomas acordou e começou a chorar dizendo que queria voltar para o show. Ah, Deus, que drama. Voltamos para o show. E aí a pirraça começou com intensidade maior. "Não quero sentar nessa cadeira, quero aquela...". Vi que o sono tava gigante e que realmente deveríamos ir para casa. Nesse meio tempo meu marido recebe uma ligação e diz que tem que correr para o escritório. Entro eu num taxi com o Ben (que já havia sido acordado, coitado, a essa hora) no Baby Bjorn e o Tom no colo dando um mega escândalo. Acho que tive que falar o nosso endereço umas 3 vezes para que o taxista pudesse entender. E o escândalo chega ao nível 3. E vem com vômitos. Delícia. Eu, um bebê agarrado em mim, um menino desesperado e um taxi todo vomitado. Chegamos no prédio. O taxista me xinga de todos os nomes. Eu tento conversar e ele me xinga mais. Eu xingo ele de volta e saio do carro. Entro no elevador e choro. Chegamos em casa. O Thomas vomita mais ainda. Coloco o Ben no chão, vou me limpar e limpar o Thomas. Chego na sala e o Ben derrama um saco de biscoito no tapete novo. Coloco o Thomas para dormir e estou prestes a ter um ataque do coração de tanto stress.
Vou ter que fazer algumas sessões de análise antes de apertar o enter o comprar o ingresso para o próximo show.
Mas olha como a Laurie é fofa!
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Friday, July 01, 2011
Reconhecimento
E lá venho eu de novo com "esse blog não morreu e blá, blá, blá...". A verdade é que a vida é super corrida e depois de ter mais um filho, quando chega o fim do dia, se eu tiver forças para tomar um banho, já é uma vitória.
Ontem estava visitando a Design Mom e li um post super interessante da mãe dela, que também tem um blog. Ela fala sobre a vida de mãe. Ela transcreveu um texto que havia escrito em 1973 sobre as dificuldades dela em ser dona de casa e mãe, na época, de 4 filhos. Impressionante como o tempo passa e os sentimentos, ou a essência deles, continuam os mesmos.
Muitas vezes sinto o que ela relatou: a vida de mãe e dona de casa é muito difícil. As coisas que a gente faz todos os dias, as fraldas trocadas, as frutas descascadas, os banhos, as pirraças, os choros. Só nós sabemos o quão difícil é. No meu caso, dou graças a Deus todos os dias por ter a possibilidade de estar passando esses momentos com os meus filhos e não ter que passar essa "batata quente" pra ninguém. Sim, é difícil, mas eu prefiro fazer do que outra pessoa fazer por mim.
Leia o que ela escreveu: "Where are all the fans?! Why couldn't someone be there to applaud, or at least nod in admiration...as I deftly, maternally fit a diaper? Or why not a chorus of ooh's and ah's as I place the pot of Spring Garden on the table, with murmured comments around about my ability to balance budget, nutrition and time in one clever meal? I would be modest....[in the face of praise]. An audience is all I require for the maintenance of....patience, wisdom and creativity. In a musical voice I can say to the child bouncing off the couch, "Furniture is not for jumping." The child is bored? "Why, here, Sweetheart. Mother has made this cardboard box into a robot." Exclamations of awe and surprise from the fans. But [the Mom, staying at home in] obscurity has no fans.... If the clean clothes are mounded high on the folding table and the floor goes a few weeks unscrubbed, who will know? If my voice demands harshly, "Get this robe picked up!" no one can condemn." E é exatamente isso que eu sinto: falta de reconhecimento. As vezes o dia parece ser tão difícil que me sinto como se tivesse completado uma maratona, só que sem ninguém gritando o meu nome, segurando cartazes de incentivo, me dizendo o quão demais eu sou. A vida de mãe é dura. Só nós sabemos o que rola entre quatro paredes, os apertos que passamos, e também a felicidade que sentimos.
A mãe da Design Mom segue explicando que blogs dimiuniram um pouco essa angústia sentida por nós mães-donas-de-casa, pois depois deles todas passamos a ter um público, fãs e cúmplices. Concordo pleanamente. Esse blog, que antes era um relato da minha vida em NYC, depois dos filhos passou muito a ser onde venho desabafar sobre minhas dúvidas e angústias de ser mãe.
Meu marido está viajando há duas semanas. Ou seja, há duas semanas acordo e coloco as crianças para dormir sozinha. Nenhuma ida ao banheiro, nenhum banho, nenhum telefonema é fácil. E olha, não sou de ficar reclamando, não. Mas seria tão bom que a gente fosse entendida, elogiada, compreendida, não?
Então, minha gente, se eu ando sumida, é porque a barra tá pesada mesmo. Nem tempo de desabafar com vocês eu tenho tido.
Ontem estava visitando a Design Mom e li um post super interessante da mãe dela, que também tem um blog. Ela fala sobre a vida de mãe. Ela transcreveu um texto que havia escrito em 1973 sobre as dificuldades dela em ser dona de casa e mãe, na época, de 4 filhos. Impressionante como o tempo passa e os sentimentos, ou a essência deles, continuam os mesmos.
Muitas vezes sinto o que ela relatou: a vida de mãe e dona de casa é muito difícil. As coisas que a gente faz todos os dias, as fraldas trocadas, as frutas descascadas, os banhos, as pirraças, os choros. Só nós sabemos o quão difícil é. No meu caso, dou graças a Deus todos os dias por ter a possibilidade de estar passando esses momentos com os meus filhos e não ter que passar essa "batata quente" pra ninguém. Sim, é difícil, mas eu prefiro fazer do que outra pessoa fazer por mim.
Leia o que ela escreveu: "Where are all the fans?! Why couldn't someone be there to applaud, or at least nod in admiration...as I deftly, maternally fit a diaper? Or why not a chorus of ooh's and ah's as I place the pot of Spring Garden on the table, with murmured comments around about my ability to balance budget, nutrition and time in one clever meal? I would be modest....[in the face of praise]. An audience is all I require for the maintenance of....patience, wisdom and creativity. In a musical voice I can say to the child bouncing off the couch, "Furniture is not for jumping." The child is bored? "Why, here, Sweetheart. Mother has made this cardboard box into a robot." Exclamations of awe and surprise from the fans. But [the Mom, staying at home in] obscurity has no fans.... If the clean clothes are mounded high on the folding table and the floor goes a few weeks unscrubbed, who will know? If my voice demands harshly, "Get this robe picked up!" no one can condemn." E é exatamente isso que eu sinto: falta de reconhecimento. As vezes o dia parece ser tão difícil que me sinto como se tivesse completado uma maratona, só que sem ninguém gritando o meu nome, segurando cartazes de incentivo, me dizendo o quão demais eu sou. A vida de mãe é dura. Só nós sabemos o que rola entre quatro paredes, os apertos que passamos, e também a felicidade que sentimos.
A mãe da Design Mom segue explicando que blogs dimiuniram um pouco essa angústia sentida por nós mães-donas-de-casa, pois depois deles todas passamos a ter um público, fãs e cúmplices. Concordo pleanamente. Esse blog, que antes era um relato da minha vida em NYC, depois dos filhos passou muito a ser onde venho desabafar sobre minhas dúvidas e angústias de ser mãe.
Meu marido está viajando há duas semanas. Ou seja, há duas semanas acordo e coloco as crianças para dormir sozinha. Nenhuma ida ao banheiro, nenhum banho, nenhum telefonema é fácil. E olha, não sou de ficar reclamando, não. Mas seria tão bom que a gente fosse entendida, elogiada, compreendida, não?
Então, minha gente, se eu ando sumida, é porque a barra tá pesada mesmo. Nem tempo de desabafar com vocês eu tenho tido.
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Monday, June 06, 2011
Mãe de dois
Ser mãe de dois pode ser bem mais difícil do que ser mãe de um, é claro. Mas para a minha surpresa, também pode ser muito mais fácil. Fiquei uma mãe mais tranquila com a chegada do Ben. E enxerguei também o quão importante é ter tempo para mim, coisa que havia praticamente excluído da minha vida quando era mãe só do Tom.
Resolvemos, desde que chegamos do Brasil, que iremos sair só nós dois, eu e o marido, 1 vez por semana. E essa semana foi o nosso primeiro date. O Grenfel escolheu o restaurante, fez a reserva e me esperava no bar quando eu cheguei. Parecia até que morávamos em casas diferentes (ele vinha do trabalho e eu de casa). Romântico, no final das contas.
O restaurante escolhido foi o Má Pêche, do grupo Momofuku. Ambiente animado, com clima de baladinha light, do jeito que eu gosto, pra ainda me sentir um pouco jovem (só de usar o termo jovem, já me sinto uma velha...). A comida foi uma delícia! Combinações inusitadas e porções para serem divididas (pequenas, mas aconselham que você peça várias coisas para dividir). Todos os ingredientes são locais e de "fazendas responsáveis", segundo o próprio restaurante. Eu voltaria com certeza.
Ah, e na entrada ainda tem o pequeno Milk Bar, também do grupo Momofuku, que tem sobremesas deliciosas.
Vai lá:
Má Pêche
15 west 56th street new york, ny 10019
between 5th and 6th avenue
Resolvemos, desde que chegamos do Brasil, que iremos sair só nós dois, eu e o marido, 1 vez por semana. E essa semana foi o nosso primeiro date. O Grenfel escolheu o restaurante, fez a reserva e me esperava no bar quando eu cheguei. Parecia até que morávamos em casas diferentes (ele vinha do trabalho e eu de casa). Romântico, no final das contas.
O restaurante escolhido foi o Má Pêche, do grupo Momofuku. Ambiente animado, com clima de baladinha light, do jeito que eu gosto, pra ainda me sentir um pouco jovem (só de usar o termo jovem, já me sinto uma velha...). A comida foi uma delícia! Combinações inusitadas e porções para serem divididas (pequenas, mas aconselham que você peça várias coisas para dividir). Todos os ingredientes são locais e de "fazendas responsáveis", segundo o próprio restaurante. Eu voltaria com certeza.
Ah, e na entrada ainda tem o pequeno Milk Bar, também do grupo Momofuku, que tem sobremesas deliciosas.
Vai lá:
Má Pêche
15 west 56th street new york, ny 10019
between 5th and 6th avenue
![]() |
| O restaurante por fora |
![]() |
| O restaurante por dentro |
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| Milk Bar, na entrada |
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Tuesday, May 31, 2011
Esse blog não morreu
Há duas semanas aterrisamos de volta em NYC. Eu, cheia de medo, pois era a primeira vez que ficaria sozinha com os meninos desde que o Ben nasceu. Acho que dizer que eu estava cheia de medo é até pouco para o que estava sentindo. Estava em pânico total. Mas não admitia isso nem para mim mesma.
A viagem de volta foi complicadinha, com choros e noite mal dormida. Mas nada além do esperado.
Chegar em casa, no entanto, sempre é bom. E depois de quase 3 meses fora, já estava mais do que na hora de voltar. Passamos bastante tempo no conforto (e carinho) da casa da minha mãe, mas chega uma hora que a rotina tem que ser estabelecida novamente.
O Thomas ainda não entende o conceito "distância". Fala de Brasil e de New York City, mas não sabe o quão longe um está do outro. Tanto que outro dia perguntou se a vovó ia almoçar fora com a gente. Quem dera, meu filho, quem dera.
Eu sinto a falta da minha mãe cada dia mais. No total passamos 5 meses juntas, coisa que não acontecia há anos. E esse tempo só me fez admirá-la e amá-la ainda mais. É impressionante como filho faz a gente se apegar mais ainda a família.
O bom da vida corrida de mãe de dois é que não tenho tempo nem de sentir saudade. Acordo cedo e quando vejo já estou colocando os meninos na cama e me preparando para dormir.
O comecinho de vida aqui foi duro, mas agora finalmente estamos estrando numa rotina. O Thomas começou hoje numa escolinha nova e assim vamos levando.
A falta de notícias não foi por falta de eventos e sim por falta de tempo. Prometo em breve ser uma blogueira mais assídua.
A viagem de volta foi complicadinha, com choros e noite mal dormida. Mas nada além do esperado.
Chegar em casa, no entanto, sempre é bom. E depois de quase 3 meses fora, já estava mais do que na hora de voltar. Passamos bastante tempo no conforto (e carinho) da casa da minha mãe, mas chega uma hora que a rotina tem que ser estabelecida novamente.
O Thomas ainda não entende o conceito "distância". Fala de Brasil e de New York City, mas não sabe o quão longe um está do outro. Tanto que outro dia perguntou se a vovó ia almoçar fora com a gente. Quem dera, meu filho, quem dera.
Eu sinto a falta da minha mãe cada dia mais. No total passamos 5 meses juntas, coisa que não acontecia há anos. E esse tempo só me fez admirá-la e amá-la ainda mais. É impressionante como filho faz a gente se apegar mais ainda a família.
O bom da vida corrida de mãe de dois é que não tenho tempo nem de sentir saudade. Acordo cedo e quando vejo já estou colocando os meninos na cama e me preparando para dormir.
O comecinho de vida aqui foi duro, mas agora finalmente estamos estrando numa rotina. O Thomas começou hoje numa escolinha nova e assim vamos levando.
A falta de notícias não foi por falta de eventos e sim por falta de tempo. Prometo em breve ser uma blogueira mais assídua.
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Monday, April 18, 2011
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Sunday, February 06, 2011
Os guias mais bacanas de NYC

Meus assuntos estão todos atrasados. Um vexame. Há um tempão estou para contar aqui dos guias NY Local. No ano passado tive o prazer de trabalhar com algumas amigas brasileiras, a Paula do NY with Kids, a Cris do NaNY, a Vanessa e a Nancy do NYLab. Elas me procuraram com uma proposta super legal: fazer o design dos guias de NY que elas estavam criando especialmente para os turistas brasileiros. Adorei o projeto e não hesitei, tinha que fazer parte dele. O resultado são 16 guias, cada um com um tema diferente, que são comprados online e downloaded imediatamente para o seu computador. Você pode imprimir ou ver o pdf no seu iphone/blackberry. Os guias são atualizados frequentemente e têm informações super fresquinhas de brasileiras que sabem TU-DO de NYC. Até eu, que moro em NY há mais de 7 anos, adorei as dicas das meninas antenadas. Aposto que vocês vão gostar também.
Ah, e não posse deixar de falar que os guias custam somente US$1,99. Imperdível.
Sunday, January 02, 2011
Para vocês, turistas
Toda vez que alguém nos visita, a dificuldade para entender como funcionam as luzinhas em cima dos taxis aparece. As pessoas não sabem quando o taxi está disponível e ficam que nem uns bobos dando a mão para taxis que estão nitidamente ocupados. Agora que os meus pais estão aqui, rolou a confusão na cabeça deles de novo, apesar deles já terem visitado a cidade inúmeras vezes. Funciona assim, bem simples:

Somente as luzes e números do meio acesas: LIVRE.
Palavrinhas OFF DUTY do lado acesas sozinhas ou junto com os números: INDISPONIVEL, taxi fora de serviço.
Tudo apagado: OCUPADO.
Outras coisas importantes de se saber:
- lá pelas 5 da tarde os taxis trocam de turno e é praticamente impossível achar taxi disponível na cidade
- em dias de chuva/neve também é praticamente impossível achar taxi em NYC
- quando os taxis estiverem com a luz de OFF DUTY acesa, muitas vezes eles param e te perguntam para onde você está indo e caso, esteja no caminho deles de casa, eles te levam (cobrando uma corrida normal, é claro)
Espero ter ajudado!

Somente as luzes e números do meio acesas: LIVRE.
Palavrinhas OFF DUTY do lado acesas sozinhas ou junto com os números: INDISPONIVEL, taxi fora de serviço.
Tudo apagado: OCUPADO.
Outras coisas importantes de se saber:
- lá pelas 5 da tarde os taxis trocam de turno e é praticamente impossível achar taxi disponível na cidade
- em dias de chuva/neve também é praticamente impossível achar taxi em NYC
- quando os taxis estiverem com a luz de OFF DUTY acesa, muitas vezes eles param e te perguntam para onde você está indo e caso, esteja no caminho deles de casa, eles te levam (cobrando uma corrida normal, é claro)
Espero ter ajudado!
Monday, November 01, 2010
Ui
Sempre escrevo aqui sobre os prazeres da maternidade.
Ser mãe para mim é quase sempre um grande prazer.
Sou coruja, completamente apaixonada pelo meu filho.
Mas temos passado por momentos difíceis. Minha mãe
diz que são ciúmes, que ele já sabe que o irmão vai
chegar e por isso tem demonstrado o seu descontentamento.
Eu tenho lá as minhas duvidas. Acho que o Pequeno é
pequeno demais para entender o que esta acontecendo.
Mas o fato é que as pirraças têm sido constantes e
eu fico boquiaberta com a confusão que tomou conta
do nosso dia a dia.
No último feriado que tivemos por aqui, com o marido
viajando, resolvi alugar um carro e ir passear no
subúrbio com o Thomas. Tudo correu super bem até
chegarmos numa loja. Ele não queria sentar no carrinho
de compras. Ficava em pé e se arremessava para fora,
sem medo nenhum de se machucar. Eu o tirava do carrinho,
mas pedia que ficasse perto de mim, para não se perder.
Ilusão. Saía ele correndo que nem um maluco pelos corredores
daquela loja gigante. Lá íamos eu e a barriga atras dele.
Quando conseguíamos alcançá-lo, eu o pegava no colo e ele
esperneava de ódio. Isso sem falar na platéia, né?
Porque pirraça em casa é bobagem. A questão e aturar os
olhares alheios de desaprovação e pena, como se a pirraça
do meu filho de quase dois anos fosse doença transmissível.
Consegui driblar o seu descontentamento o levando para
a parte de brinquedos da loja. Mas aí logo apareceram
outras crianças e o show continuou. Haja paciência.
Distraí o Pequeno e rumamos para o caixa. A fila era
imensa e eu não parava de pensar na minha tamanha
estupidez em achar que esse passeio a dois (e meio,
não vamos nos esquecer da mega barriga) daria certo.
Na fila ele pede biscoito. Pego o saco e dou uns para ele.
Não. Ele quer segurar o saco sozinho. Ok. Segura o
saco. Ele então decide que legal mesmo seria derrubar
todos os biscoitos no chão e assim faz. Thomaaaaaaaas!
Não preciso nem contar o restante. O dia inteiro foi
extremamente consistente.
Esse post é ótimo para quem não gosta de usar camisinha,
esquece de tomar pílula e acha que gravidez acidental
só acontece com os outros.
Filho é ótimo, mas dá um trabalho...
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Tuesday, October 12, 2010
Little foodies
A expressão foodies, muito usada aqui em NYC, se refere a pessoas que adoram comer e comer bem. Gostam de explorar comidas diferentes e mais "gourmets". Já falei aqui no blog que quem visita NYC tem que gostar de comer, pois muito da cidade acontece em torno da comida: bons restaurantes, bons mercados, bons cursos de culinária, bons vinhos...
Hoje conheci um site muito fofo para little foodies. Ele se chama Mini Munchers e é como se fosse um guia dos melhores restaurantes para criança da cidade. Lá você encontra informações sobre os restaurantes que têm menu infantil, se são stroller friendly, etc. Achei bem útil para quem mora aqui e para quem vem visitar a cidade.
Hoje conheci um site muito fofo para little foodies. Ele se chama Mini Munchers e é como se fosse um guia dos melhores restaurantes para criança da cidade. Lá você encontra informações sobre os restaurantes que têm menu infantil, se são stroller friendly, etc. Achei bem útil para quem mora aqui e para quem vem visitar a cidade.
Thursday, September 16, 2010
O problema é a mãe
Finalmente consegui uma creche que aceitava o pequeno apenas pelas manhãs. Como trabalho de casa, conseguir conciliar os projetos e um quase-menino ativo todos os dias estava se tornando uma tarefa difícil. Sem falar que eu acho que o Thomas está mais do que pronto para uma vida social ativa, com amiguinhos, professoras e atividades que a mamãe aqui não pode oferecer.
O processo de adaptação do pequeno foi super-tranquilo. Foram duas semanas de ir pouquinho tempo, alguns dias com a mãe, outros sozinho mesmo. um chorinho aqui, outro ali, mas nenhum drama. Quem não está se saindo muito bem sou eu. Tem sido bem difícil para mim estar sem o Thomas o dia todo. Apesar de estar tendo manhãs super produtivas, sinto muito a falta dele. Não sei se é uma questão hormonal da gravidez, ou se sou uma mãe problemática mesmo. Só sei que o blues bateu por aqui e eu tenho andado bem pra baixo. Vai ser muito vexame se eu disser que quem tá precisando de colo sou eu?
O processo de adaptação do pequeno foi super-tranquilo. Foram duas semanas de ir pouquinho tempo, alguns dias com a mãe, outros sozinho mesmo. um chorinho aqui, outro ali, mas nenhum drama. Quem não está se saindo muito bem sou eu. Tem sido bem difícil para mim estar sem o Thomas o dia todo. Apesar de estar tendo manhãs super produtivas, sinto muito a falta dele. Não sei se é uma questão hormonal da gravidez, ou se sou uma mãe problemática mesmo. Só sei que o blues bateu por aqui e eu tenho andado bem pra baixo. Vai ser muito vexame se eu disser que quem tá precisando de colo sou eu?
Tuesday, August 17, 2010
Eu, a tv, a barriga - e a virada
Sabe culpa, daquela pesada, que dá dor na consciência? Nos últimos 5 meses senti isso todo dia. Estava me sentindo um lixo e não tinha a menor condição de cuidar de mim e do Thomas ao mesmo tempo. Não tinha energia, não tinha cabeça, não tinha criatividade. Me faltava tudo. E o meu coração se enchia de culpa cada vez que eu ligava aquela maldita tv que eu sempre condenei tanto. Ela virou a minha melhor amiga nesses últimos 5 meses. Ela me salvou nos momentos mais difíceis. Logo ela, que era vista por mim como um pequeno monstro.
Fomos exilados para o Brasil, exilo esse extendido e que veio a resolver a minha vida. Era enjôo, cansaço, dor de cabeça, estômago embrulado, fome, tudo junto. Praticamente uma ressaca diária, só que sem nenhuma gota de álcool envolvida.
E 5 meses, minha gente, 5 meses parece uma eternidade para quem não está se sentindo bem. Imagine então ter que cuidar de um menininho de 1 ano e meio cheia de amor pra dar.
Só sei que eu voltei e voltei 110% melhor. Com energia pra dar e vender, disposição, fome e feliz da vida. Então, já que o pobre coitado do meu filho teve a pior mãe do mundo nos últimos 5 meses, agora resolvi dar em dobro, em triplo, em n fatorial, o que não dei nesse ano.
Só hoje, uma singela terça-feira, nossa programação incluiu: zoo do Central Park, soneca, almoço, piscina, parque, jantar e banho animado de banheira.
Tom Tom, me aguarde, mamãe está de volta!
Fomos exilados para o Brasil, exilo esse extendido e que veio a resolver a minha vida. Era enjôo, cansaço, dor de cabeça, estômago embrulado, fome, tudo junto. Praticamente uma ressaca diária, só que sem nenhuma gota de álcool envolvida.
E 5 meses, minha gente, 5 meses parece uma eternidade para quem não está se sentindo bem. Imagine então ter que cuidar de um menininho de 1 ano e meio cheia de amor pra dar.
Só sei que eu voltei e voltei 110% melhor. Com energia pra dar e vender, disposição, fome e feliz da vida. Então, já que o pobre coitado do meu filho teve a pior mãe do mundo nos últimos 5 meses, agora resolvi dar em dobro, em triplo, em n fatorial, o que não dei nesse ano.
Só hoje, uma singela terça-feira, nossa programação incluiu: zoo do Central Park, soneca, almoço, piscina, parque, jantar e banho animado de banheira.
Tom Tom, me aguarde, mamãe está de volta!
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Convite

Fui convidada para escrever um post lá no NY with kids, blog da Paula Homor. Fiquei muito feliz com o convite! Dá uma passadinha lá!
Monday, June 14, 2010
Não perca!
Monday, May 24, 2010
As filas
Não sei se sou eu que estou ficando chata, americanizada demais, prática demais, só sei que não aguento mais ficar em fila. A loja perde uma cliente (e olha que gosto de gastar, hein?) quando vejo que a fila está grande. Semana passada estava com um conjuntinho lindo e super baratinho da Stella McCartney na Gap e larguei na hora quando vi a fila. E agora, gente, o que é que eu faço?
Thursday, May 13, 2010
Mudança na rotina
Ser mãe 24/7 não é fácil. Tenho muito pouca ajuda. Me viro praticamente 100% sozinha com o Thomas. Dou banho, cozinho, dou comida, colocao pra dormir, brinco. E essa rotina, apesar de ser prazerosa, cansa. Tenho vontade de ser mãe quase todo dia, mas também existem aqueles dias que eu me arrasto pela casa, sem saber nem por onde começar.
Hoje o dia foi diferente. Tive uma reunião de trabalho e o Thomas ficou em casa com a babá. Acabei chegando cedo e fui matar o tempo na Forever 21, lojinha de "fast fashion" americana. Lá se encontra roupinhas baratinhas da moda, bijoux, acessórios. vende também sapatos, mas aí eu já não me atrevo! Acabei comprando umas roupinhas fofas pro verão. Foi estranho sair sozinha, confesso. Mas bom também. De lá fui para a reunião e já estava em casa na hora do almoço. A baby-sitter foi embora, nós almoçamos, fomos tomar sorvete e rumamos para o Central Park. Depois fomos tomar uma mint lemonade no Le Pain Quotidien e de lá viemos para casa. O Thomas tirou um belo cochilo e depois rumamos para o parque aqui na frente de casa.
Moral da história: quando a mamãe está de cuca fresca ela é uma mamãe muito mais legal!
Hoje o dia foi diferente. Tive uma reunião de trabalho e o Thomas ficou em casa com a babá. Acabei chegando cedo e fui matar o tempo na Forever 21, lojinha de "fast fashion" americana. Lá se encontra roupinhas baratinhas da moda, bijoux, acessórios. vende também sapatos, mas aí eu já não me atrevo! Acabei comprando umas roupinhas fofas pro verão. Foi estranho sair sozinha, confesso. Mas bom também. De lá fui para a reunião e já estava em casa na hora do almoço. A baby-sitter foi embora, nós almoçamos, fomos tomar sorvete e rumamos para o Central Park. Depois fomos tomar uma mint lemonade no Le Pain Quotidien e de lá viemos para casa. O Thomas tirou um belo cochilo e depois rumamos para o parque aqui na frente de casa.
Moral da história: quando a mamãe está de cuca fresca ela é uma mamãe muito mais legal!
Wednesday, May 12, 2010
Juju hearts ice cream

Ok, vou confessar. Acabei de me dar ao luxo de me inscrever no clube do sorvete. Sou louca, apaixonada, pirada por sorvete. Depois que engravidei então... nem falo. Uma refeição não é completa sem um sorvetinho para fechar com chave de ouro. É claro que não me permito comer sorvete todos os dias, mas sábado não é sábado sem sorvete e nem domingo.
Quando soube do MilkMade, não pensei duas vezes. Sorvetes artesanais, com sabores maravilhosos, entregues na sua porta todo mês? Foi feito sob encomenda pra mim!
Conto pra vocês se vale a pena mesmo depois de dar a primeira colheirada!
Monday, May 10, 2010
Intensivão
Tivemos uma fase intensa de visitas. Todas pessoas muito queridas. Recebi amiga do peito, mãe, irmão e cunhada. Cada um num momento diferente e com objetivo diferente. Curtimos a companhia de todos e conseguimos matar um pouco da saudade. No entanto tá sendo ótimo voltar pra rotina. Hoje a vida "mamãe e Thomas" recomeçou. Passeio no parque logo cedinho, lavar roupas, arrumar a casa, passear com amigos, almoçar comidinha caseira, trabalhar um pouco... Tem dia que eu canso disso tudo, mas hoje eu posso dizer que tava com saudade.
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