Monday, January 16, 2012

Blue Lily no Brasil!

Em outubro tiramos fotos de família novamente no Central Park (aqui estão as de 2009). Dessa vez tiramos as fotos com os talentosos Wendy e Tyler da Blue Lily Photography. Modernas, artísticas, fotos que vão ficar nos meus porta-retratos para sempre. Vocês sabem o como sou exigente com a parte visual da vida.

A Wendy me contactou para dizer que eles estarão no Brasil no mês de fevereiro fazendo sessões de crianças e famílias por aqui e queria ver se eu conhecia alguém que estaria interessado em tirar fotos com eles. Eles atualmente rodam o mundo com seus dois filhinhos tirando fotos. site deles tem bastante imagens e dá para ter uma boa noção do trabalho deles. Aqui está o link para as datas da viagem deles: Brazil. Se a sua cidade não está no calendário, eles estão dispostos a adicionar destinos ao calendário deles.As fotos deles já foram divulgadas em vários sites/blogs americanos: Design MomNie Nie DialoguesQualquer dúvida, podem entrar em contato diretamente com a Wendy no email wendy@bluelilyphotography.com
Se eu fosse você eu não perderia tempo, o preço é super bom e as fotos são incríveis.
E aqui vão as fotos desse ano, by Blue Lily (olhem como o Tom cresceu!): 




Brasil, here we go!

E agora? Nossa família se mudou de mala e cuia para o Brasil. Ainda não temos casa, nem cama, nem uma mesa pra chamar de nossa. Estamos acampando na casa dos meus pais por enquanto e depois nos mudamos para um flat para aguardar a chegada da nossa mudança que deve acontecer em Abril.
Minha grande pergunta é: o blog muda de nome? Acho que sim, né? Afinal não pretendo ser saudosista e ficar falando só de NYC. Não que a cidade não ocupe um lugar especial no meu coração, mas a mudança já está sendo difícil pra mim e preciso focar em coisas novas e positivas.

Feliz 2012 pra gente!

Tuesday, November 22, 2011

Nós vamos!

O blog anda super parado, né? Blá, blá, blá... Ninguém aguenta esse papo de novo! A verdade é que depois de quase 10 anos de EUA estamos nos mudando de mala e cuia para SP em Janeiro. A minha vida tem andado uma loucura e, por mais que eu goste muito disso daqui, tenho tido MUITA coisa para fazer, sem falar nessas crianças que não param de ter infecção de ouvido, conjutivite, febre, dor de barriga...
Mas eu prometo que entre uma caixa que eu empacoto e uma compra que eu faço (todo mundo está me recomendando comprar como se todo dia fosse Black Friday, pois no Brasil os preços estão altíssimos) vou tentar dar um update aqui, tá?

PS: E aí, o blog tem que mudar de nome, né?

Criando crianças em duas línguas...

Thomas: "Tá doendo!"
Eu: "O que tá doendo, filho?"
Ele: "Tá doendooooooo!" {Super irritado comigo}.
Eu: "Meu filho, mas o que está doendo?"
Ele: " He is looking at the window!!!!"
Ah, tá, o tempo todo era inglês e eu tentando decifrar em português.

Monday, August 08, 2011

A aventura do caramelo




1. O começo de tudo - ingredientes na panela!
2. Borbulhando
3. Panela raspada
4. Esfriando
5. Os caramelos que ficaram duros
6. Caramelos puxentos na linha de produção
7. Todos embrulhadinhos
8. Yum!

Já contei aqui da minha obsessão por caramelos. E para fazer a minha degustação completa, o meu lado cozinheira ressurgiu e resolvi testar a tal da receita que eu vi no Cupcakes and Cashmere.

O primeiro teste não deu tão certo. Pensei que caramelo fosse que nem brigadeiro, quanto mais cozinhasse, mais puxento ficaria. Não, quanto mais cozinha, mais crocante fica. Resultado: sabor nota mil, textura nem tanto.

O segundo teste foi perfeito! Puxento, saboroso, um escândalo! A parte mais difícil foi cortar. A medida que vai esfriando, vai ficando mais duro de cortar...

Quem gostar de caramelo tem que fazer! O sabor é especial: aquele gostinho de caseiro, bem feito, amanteigado! Hummmm!

A receita inteira você encontra aqui, em inglês.

Wednesday, July 27, 2011

A caramel obsession

Desde que me entendo por gente sou fã de balas, de caramelos para ser mais específica. Ao longo dos anos, fui aprimorando meu paladar e descobrindo os meus caramelos favoritos. Gosto de caramelos bem puxentos e bem caseiros.

No chá de bebê do Tom as lembrancinhas foram esses caramelos de sal marinho da Little Flower Co em Pasadena. Ontem fui ao Fairway (meu supermercado queridinho) e descobri as espanholas Pastillas Dos Cafeteras. Não puxentas do jeito que eu gosto, mas saborosas. Outro dia no tweeter da Martha Stewart Weddings eles falaram da Have It Sweet Confections, que tem uma lojinha na Etsy. Achei também uns caramelos online muito famosos feitos em Montana que se chamam Béquet Caramels.


Gosto MUITO dos caramelos do restaurante daqui de NYC Landmarc, que eles trazem junto com a conta. Sempre peço mais e volto com a bolsa cheia pra casa. O único problema  é que tem que comer rápido, porque depois de alguns poucos dias eles perdem a textura e começam a esfarelar. Mas seria mesmo isso um problema?

A verdade é que comprei um pouquinho de cada e vou fazer um tasting para ter certeza de qual é o mais gostoso. E para ainda ficar mais certa, vou tentar fazer o meu própio Fleur de Sel Caramel em casa, seguindo a receitinha da Emily do blog Cupcakes and Cashmere que eu adoro.

Depois - alguns quilinhos mais gorda - eu conto para vocês o resultado.


Caramelos do Have It Sweet

Caramelos do Béquet

Os espanhóis Dos Cafeteras

Caramelos da Emily

Tuesday, July 19, 2011

Começou bem... terminou mal!

Nosso último fim de semana foi concorrido. No domingo fomos pra praia, como já contei aqui. No sábado levamos os meninos para ver um show de música infantil - banda preferida do Thomas - pela primeira vez na vida. O Tom completou 2 anos e meio na semana passada e achei que ele já conseguiria sentar e prestar atenção num show. Achei que ele iria aproveitar e se empolgar. Comprei os ingressos com bastante antecedência e rumamos para as redondezas de Times Square no sábado pela manhã. O horário parecia ideal (depois da soneca matinal do Ben e antes da do Thomas). O Tom era uma empolgação só. Fiz um bom trabalho de o preparar para o "concert": cantamos as músicas durante a semana, conversamos a respeito... criei bastante expectativa para o evento.

A banda se chama The Laurie Berkner Band e é uma gracinha. Conhecemos a banda através do canal de TV Nick Jr (antigo Noggin). Até eu sou fã da Laurie.

A alegria dos meninos foi tanta que fiquei com lágrimas nos olhos de vê-los tão contentes. E essa alegria trasnformou-se em sono em exatos 45 minutos de show. Assim, o baby Ben dormiu no colo do pai e o Tom se encaixou no meu colo e fechou os olhinhos. Decidimos então que deveríamos ir para casa. E foi nessa saída do teatro que o Thomas acordou e começou a chorar dizendo que queria voltar para o show. Ah, Deus, que drama. Voltamos para o show. E aí a pirraça começou com intensidade maior. "Não quero sentar nessa cadeira, quero aquela...". Vi que o sono tava gigante e que realmente deveríamos ir para casa. Nesse meio tempo meu marido recebe uma ligação e diz que tem que correr para o escritório. Entro eu num taxi com o Ben (que já havia sido acordado, coitado, a essa hora) no Baby Bjorn e o Tom no colo dando um mega escândalo. Acho que tive que falar o nosso endereço umas 3 vezes para que o taxista pudesse entender. E o escândalo chega ao nível 3. E vem com vômitos. Delícia. Eu, um bebê agarrado em mim, um menino desesperado e um taxi todo vomitado. Chegamos no prédio. O taxista me xinga de todos os nomes. Eu tento conversar e ele me xinga mais. Eu xingo ele de volta e saio do carro. Entro no elevador e choro. Chegamos em casa. O Thomas vomita mais ainda. Coloco o Ben no chão, vou me limpar e limpar o Thomas. Chego na sala e o Ben derrama um saco de biscoito no tapete novo. Coloco o Thomas para dormir e estou prestes a ter um ataque do coração de tanto stress.

Vou ter que fazer algumas sessões de análise antes de apertar o enter o comprar o ingresso para o próximo show.

Mas olha como a Laurie é fofa!

Vamos a la playa?

Tenho uma coisa pra confessar: em quase 8 anos de NYC, nunca havia ido passar nehum dia em alguma praia daqui de perto até o último domingo. Já havia tirado alguns dias e ido a Connecticut, Hamptons, Maine... Mas somente um diazinho na praia nas redondezas de NYC, não, nunca tinha tido coragem.

Depois de muito programa de índio por aqui (tudo sempre muito lotado, engarrafado, caro e simplesmente ruim), decidi que era hora de colocar a cara a tapa. Alugamos um Zipcar com nossos amigos e zarpamos para Long Beach, em Long Island (45 min de carro de Manhattan).  O calor tem andado intenso e, com as excelenetes referências de uma vizinha, nos programamos para ver qual era a da famosa Long Beach.

Para a minha surpresa (coisa boa não ter expetcativas, não?), a praia era limpa, grande e não tão cheia. Paga-se um valor para entrar e pronto. Os meninos se esbaldaram na areia, na água... uma delícia! A única coisa é que aqui não se vende praticamente nada na praia. Então é comum as pessoas farofarem com força.

Se gostei? Voltaremos no sábado com um isopor a tiracolo!

Reconhecimento???

Minha mãe é uma pessoa incrível. IN-CRÍ-VEL. Quem conhece sabe do que estou falando. Uma pessoa madura, boa, de coração de ouro. Daquele tipo que nasce uma a cada dez anos, sabe? E não é porque é minha mãe, não. Ela é demais mesmo.

E então estava falando com ela sobre o mesmo assunto do último post. E sabe qual foi a resposta dela? Ela me disse que preciso enxergar as coisas de outra maneira. Que se eu realmente estivesse fazendo as coisas de coração aberto que não deveria esperar reconhecimento de ninguém. Que estaria tranquila por estar fazendo pra mim o que me faz feliz. Engoli a seco, respirei e agora estou tentando encarar a vida desse ângulo. Acho que faz muito sentido na teoria. Vamos ver se eu consigo na prática.

Friday, July 01, 2011

Reconhecimento

E lá venho eu de novo com "esse blog não morreu e blá, blá, blá...". A verdade é que a vida é super corrida e depois de ter mais um filho, quando chega o fim do dia, se eu tiver forças para tomar um banho, já é uma vitória.

Ontem estava visitando a Design Mom e li um post super interessante da mãe dela, que também tem um blog. Ela fala sobre a vida de mãe. Ela transcreveu um texto que havia escrito em 1973 sobre as dificuldades dela em ser dona de casa e mãe, na época, de 4 filhos. Impressionante como o tempo passa e os sentimentos, ou a essência deles, continuam os mesmos.

Muitas vezes sinto o que ela relatou: a vida de mãe e dona de casa é muito difícil. As coisas que a gente faz todos os dias, as fraldas trocadas, as frutas descascadas, os banhos, as pirraças, os choros. Só nós sabemos o quão difícil é. No meu caso, dou graças a Deus todos os dias por ter a possibilidade de estar passando esses momentos com os meus filhos e não ter que passar essa "batata quente" pra ninguém. Sim, é difícil, mas eu prefiro fazer do que outra pessoa fazer por mim.

Leia o que ela escreveu: "Where are all the fans?! Why couldn't someone be there to applaud, or at least nod in admiration...as I deftly, maternally fit a diaper? Or why not a chorus of ooh's and ah's as I place the pot of Spring Garden on the table, with murmured comments around about my ability to balance budget, nutrition and time in one clever meal? I would be modest....[in the face of praise]. An audience is all I require for the maintenance of....patience, wisdom and creativity. In a musical voice I can say to the child bouncing off the couch, "Furniture is not for jumping." The child is bored? "Why, here, Sweetheart. Mother has made this cardboard box into a robot." Exclamations of awe and surprise from the fans. But [the Mom, staying at home in] obscurity has no fans.... If the clean clothes are mounded high on the folding table and the floor goes a few weeks unscrubbed, who will know? If my voice demands harshly, "Get this robe picked up!" no one can condemn." E é exatamente isso que eu sinto: falta de reconhecimento. As vezes o dia parece ser tão difícil que me sinto como se tivesse completado uma maratona, só que sem ninguém gritando o meu nome, segurando cartazes de incentivo, me dizendo o quão demais eu sou. A vida de mãe é dura. Só nós sabemos o que rola entre quatro paredes, os apertos que passamos, e também a felicidade que sentimos.

A mãe da Design Mom segue explicando que blogs dimiuniram um pouco essa angústia sentida por nós mães-donas-de-casa, pois depois deles todas passamos a ter um público, fãs e cúmplices. Concordo pleanamente. Esse blog, que antes era um relato da minha vida em NYC, depois dos filhos passou muito a ser onde venho desabafar sobre minhas dúvidas e angústias de ser mãe.

Meu marido está viajando há duas semanas. Ou seja, há duas semanas acordo e coloco as crianças para dormir sozinha. Nenhuma ida ao banheiro, nenhum banho, nenhum telefonema é fácil. E olha, não sou de ficar reclamando, não. Mas seria tão bom que a gente fosse entendida, elogiada, compreendida, não?

Então, minha gente, se eu ando sumida, é porque a barra tá pesada mesmo. Nem tempo de desabafar com vocês eu tenho tido.

Monday, June 06, 2011

Mãe de dois

Ser mãe de dois pode ser bem mais difícil do que ser mãe de um, é claro. Mas para a minha surpresa, também pode ser muito mais fácil. Fiquei uma mãe mais tranquila com a chegada do Ben. E enxerguei também o quão importante é ter tempo para mim, coisa que havia praticamente excluído da minha vida quando era mãe só do Tom.

Resolvemos, desde que chegamos do Brasil, que iremos sair só nós dois, eu e o marido, 1 vez por semana. E essa semana foi o nosso primeiro date. O Grenfel escolheu o restaurante, fez a reserva e me esperava no bar quando eu cheguei. Parecia até que morávamos em casas diferentes (ele vinha do trabalho e eu de casa). Romântico, no final das contas.

O restaurante escolhido foi o Má Pêche, do grupo Momofuku. Ambiente animado, com clima de baladinha light, do jeito que eu gosto, pra ainda me sentir um pouco jovem (só de usar o termo jovem, já me sinto uma velha...). A comida foi uma delícia! Combinações inusitadas e porções para serem divididas (pequenas, mas aconselham que você peça várias coisas para dividir). Todos os ingredientes são locais e de "fazendas responsáveis", segundo o próprio restaurante. Eu voltaria com certeza.

Ah, e na entrada ainda tem o pequeno Milk Bar, também do grupo Momofuku, que tem sobremesas deliciosas.

Vai lá:
Má Pêche
15 west 56th street new york, ny 10019
between 5th and 6th avenue



O restaurante por fora
O restaurante por dentro




Milk Bar, na entrada